Carta do dia 06 de novembro de 2013

7 de Paus

7 de Paus

Atenção para não forçar a barra, a sua própria barra!

Hoje, o Tarô vem nos lembrar para ir com calma na nossa luta diária. Menos estresse e tensão. Um pouco de relaxamento e tranquilidade.

Há muita pressão na vida cotidiana. Pressão para ser bom, muito bom no que faz, em tudo que se faz: seja enquanto pais, cônjuges, namorados, amigos, filhos, irmãos, profissionais, motoristas, pedestres, cidadãos,… e por aí vai. Somos constantemente observados, não necessariamente pelos outros, mas sim por nós mesmos. Nos cobramos a melhor postura, decisão, atitude e até a melhor emoção. Ufa! Difícil a vida assim, não?

É verdade que a vida exige um bocado de coragem, de disciplina e de disposição, mas temos que ter cuidado para não levar isso a extremos prejudiciais à nossa saúde física, mental, emocional e espiritual. Vamos com calma! Como dizia a carta da segunda-feira, nada é permanente, nada dura para sempre. Tenhamos atenção para não começarmos a ver um inimigo em cada rosto, um ladrão em cada vulto, uma catástrofe em cada adversidade.

Ser determinado e corajoso, definir prioridades e batalhar por elas, e, ao mesmo tempo, levar a vida com doçura, confiança e equilíbrio.

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 05 de novembro de 2013

10 de Ouros

 

10 de Ouros

Aceitando a prosperidade na vida!

A carta de hoje está relacionada à prosperidade material. Mas, o que é prosperar na vida? É  colher os frutos de sua atividade, é conseguir que sua firmeza interna repercuta na vida material.

Para isso, há uma condição importante: deve-se estabelecer uma relação saudável com o dinheiro. Nem ganância nem desprezo, é necessário colocar o dinheiro no seu lugar. Ele é meio, não fim. Ele não é a última razão da vida; e não é ele que corrompe. A corrupção dá-se com o dinheiro, mas é exercida por aqueles que ambicionam acumular, conseguir benefícios por caminhos escusos.

Vivemos em um tipo de sociedade em que o dinheiro é utilizado como instrumento de troca por serviços e produtos. Podemos não gostar disso e começar uma revolução para mudar nossa sociedade. Mas, enquanto isso, permitamos aceitar e receber o valor real de nosso trabalho.

Prosperidade. Acredite e aceite ela em sua vida!

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 04 de Novembro de 2013

10 A Roda da Fortuna

 

X – A Roda de Fortuna

Vemos o vai e vem das ondas e sabemos que não podemos contê-las, então por que tentamos conter o fluxo da vida?

“Para sempre”, “nunca mais”, “jamais farei novamente”, “para toda a vida” são expressões que estamos cansados de saber que não não se realizam. Então, por que buscamos a todo o momento o o amor eterno, o trabalho da vida, a estabilidade, a segurança, o controle? Se a única coisa que podemos ter certeza é que tudo tem fim, por que continuamos a esperar pelo permanente?

A maior causa de todos os nossos sofrimentos está na dificuldade de reconhecer a impermanência na vida e da própria vida. Sofremos porque quando vivenciamos algo muito bom, nos apegamos tanto àquilo que não queremos que ele se acabe. Fazemos tantos malabarismos, criamos estratégias, tentamos controlar, segurar, colocar cercas, muros para guardar e preservar aquele prazer que quando ele se acaba – em parte, até mesmo por ter sido tão sufocado – causa uma dor lancinante.

E eu pergunto novamente, por quê? Por que acontece tudo isso se sabemos que é impossível eternizar um prazer? Se a vida é tão dinâmica, por que forçamos tanto para que ela seja estática? Gastamos tanta energia nisso que nem mesmo gozamos a totalidade desse prazer. Perdemos a capacidade de perceber quando algo mudou, quando o sentir é outro, quando a sensação é diferente. Perdemos a maravilhosa oportunidade de novos sentires, novos sabores, novos prazeres.

O que um dia foi bom, não se torna de repente ruim. Deu prazer e satisfez. Quando se toma um copo d’água, após saciar a sede, ele não passa a ser ruim, ele FOI bom. Enquanto ele trazia o prazer e a satisfação ele FOI bom. Sua necessidade mudou, seu desejo mudou. Ele pode voltar, mas não agora. Não adianta continuar a tomar água e mais água. Sua sede já foi saciada!

Somos assim, a vida é assim. Vemos o rio em sua correnteza e quando tentamos barrá-lo sua água vai se acumulando, acumulando até que sai destruindo tudo pela frente, devastadoramente. Se sabemos disso, por que tentamos conter o fluxo de nossa própria vida.

Sejamos capazes de vivenciar e experenciar o prazer e a dor, aprendendo que tudo que vem, vai embora.

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 22 de Outubro de 2013

06 Os amantes

VI – Os Amantes

É preciso ser uno para poder ser dois!

A carta de hoje, à primeira vista, parece  tratar-se de amor, namoro, casamento, mas é muito mais do que isso! Ela fala de escolhas, de dualidade, de polaridade.

Quem é o outro por quem nos apaixonamos? O que nos faz desejar uma pessoa e não outra? As pessoas que entram em nossa vida não são fruto de uma escolha racional.

Você já deve ter ouvido – ou até mesmo falado – coisas do tipo: Eu sempre atraio esse tipo de homem/mulher! E, por mais que, conscientemente, você não queira uma pessoa assim, é isso que você atrai. Como aquele ditado: quanto mais rezo mais diabo me aparece!

Nada é por acaso! Atraímos aquilo que projetamos de nosso interior.  Nos apaixonamos por aquelas pessoas que possuem qualidades que não temos e queremos incorporar, ou porque queremos reafirmar uma característica nossa.

Quando nos sentimos mais completos, quando temos mais consciência de quem somos e o que podemos compartilhar, nossas relações afetivas mudam de padrão, havendo mais cumplicidade do que projeções.

Somos feminino e masculino, ying e yang, preto e branco. Somos o todo e um só. Essa dualidade interna faz parte de nossa existência. Aceitemos quem somos sem maniqueísmos (nãos somos apenas bons ou maus!), permitamos a integração do consciente e inconsciente, façamos as escolhas que nos conduzem ao nosso caminho verdadeiro, sejamos fiéis a nós mesmos.

A alma gêmea não está do lado de fora. É preciso encontrar dentro de si o que procura fora. E isso serve para tudo na vida!

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 21 de Outubro de 2013

10 de Paus

 

10 de Paus

Reduza a carga de tantas obrigações!

Há uma expressão muito usada que tem tudo a ver com a carta de hoje: carregar a cruz. Logo nos vem à mente a imagem de sofrimento e abnegação. Lembra do Pagador de Promessas? Carregar a cruz é o símbolo do sacrifício, mas também do castigo. Afinal, carregar a cruz é condenação, é pagar o preço de escolhas, decisões e caminhos percorridos.

Mas quem coloca a cruz sobre nossos ombros se não nós mesmos? A cruz representa nossas responsabilidades e obrigações, e quanto mais há disso na vida, menos espaço sobra para o espontâneo, para a liberdade, para o relaxamento.

Passamos muito tempo buscando algumas coisas na vida, sejam bens materiais, ascensão profissional, construção de família, que quando nos damos conta, a realização de nossos desejos representa tantos compromissos, requer tanta disciplina, que deixamos de usufruir sua conquista, e eles vão se tornando mais pesados e desagradáveis.

Mas quanto desses compromissos são realmente importantes? Quais tarefas assumimos que poderíamos delegar aos outros? Quantas coisas fazemos por querer agradar, ou para que nos considerem necessários?

De nada adianta ter uma casa de campo se não tem tempo para curti-la. De que adianta proporcionar conforto à família se não tem tempo para estar com ela? De que adianta a realizar um sonho se ele se torna um pesadelo?

A vida tem obrigações, mas há espaço para a leveza, o riso, a festa, o prazer, o ócio, a espontaneidade, a brincadeira, a espontaneidade, a alegria, o amor, a paz, a felicidade…

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117