Carta do dia 10 de fevereiro de 2014

2 de Copas

 

2 de Copas

Todo amor que houver nessa vida!

 O quanto de amor você traz dentro de si? Amor a si próprio, amor ao outro, amor à natureza, amor aos animais, amor, simplesmente amor.

Uma criança adoece e pode morrer se não recebe amor. Um adulto sem amor é amargo. Quando queremos atingir alguém dizemos que é mau amado. O amor é referência de felicidade.

Amor para dentro e amor para fora.  Quantas vezes somos amorosos com os outros e tão pouco afetuosos conosco? Queremos imensamente ser amados, mas não nos ofertamos esse amor. Quantos de nós esperam pelo grande amor? E o grande amor próprio, já possui?

Quando alguém se ama ou está amando irradia uma luz brilhante e encantadora, irradia tanta luminosidade que é quase impossível não percebê-la. Há quem admire, há quem inveje, mas nunca passa despercebido.  Não é fácil manter esse amor o tempo todo, mas é necessário exercitá-lo.

Assim, como cuidamos de nossa aparência, fazemos atividades físicas, dietas, compramos roupas novas, precisamos cuidar de nosso amor. Sentir o amor, perceber o amor, emanar o amor, transmitir o amor. Cada um de nós carece de amor, o mundo carece de amor. Temos todos os dias inúmeras oportunidades de colocar um pouquinho mais de amor na vida, na nossa e na de tantos outros. Façamos isso! Deixemos nosso orgulho, nossa vergonha, nosso ego, nossas resistências, nossos medos… O amor é um recurso inesgotável e prá lá de renovável, afinal, quanto mais o damos, mais o recebemos!

Magda Kumara

T(11) 9-8506.3117

Destino ou Escolha?

 

Destino ou escolha?

Previsão ou autoconhecimento?

Há alguns anos atrás fui a uma taróloga. Sua leitura me impressionou! Ela disse o que iria acontecer em minha vida e tudo que foi dito era o que eu desejava. Maravilhoso, não? Não! Eu fiquei muito impactada e incomodada com isso. Pensava: mas se minha vida já está assim definida, onde entram minhas escolhas? E se eu não quiser mais isso? Agora é só sentar e esperar para que aconteça o que ela disse que acontecerá? 

Com todo respeito àqueles que buscam e admiram as previsões dos oráculos, eu não consigo admitir isso para mim, porque eu acredito no meu papel de protagonista de minha própria vida! Não acredito em coincidências, não acredito em destino traçado. Sou responsável pelo que faço de minha vida, mesmo que não possa mudar os fatos que me cercam, cabe a mim escolher como reagir e lidar com eles. 

Eu atraio as pessoas e situações que me ajudam a aprender e evoluir. Eu defino se continuo ou se parto. Eu escolho que rumo tomar. Alguns podem me ferir, mas eu escolho se e quanto vou sofrer por isso. Não há ilusões, não há fantasias.

Onde está o ponto disso tudo? Na minha capacidade de perceber quem sou, de entender o porquê de algumas coisas me afetarem mais do que outras, de algumas pessoas me atraírem mais do que outras. Para isso eu preciso me conhecer mais, estar mais ciente do ser que ainda pulsa por trás de tantas armaduras de defesa, de anos de condicionamento social e familiar e, principalmente, de tanto tentar ser o que acho que tenho que ser e não necessariamente o que sou.

Esse desconhecimento gera insegurança, baixa auto-estima, dificuldade para fazer escolhas, ansiedade frente às mudanças e instabilidades. Fica-se mais do que deve, parte-se antes da hora.

As previsões – seja do Tarô ou de outro oráculo – podem levantar nosso astral, nos fazer bem e nos deixar esperando para que as boas coisas aconteçam. Bom, não é? Não é preciso fazer esforço, não é preciso se revisitar, não é preciso o intenso e constante trabalho de se perceber e se reformar. É sentar e esperar que os bons ventos tragam as previsões.

Uma consulta de Tarô Terapêutico não é assim! Ele não é indicado para quem quer se sentar sob a sombra do coqueiro e não ter nada a fazer. Uma consulta de Tarô Terapêutico é um acelerador do processo de autoconhecimento, é uma maneira maravilhosa de olhar-se e validar aquilo que se é e que efetivamente se quer. Uma consulta de Tarô Terapêutico nos deixa com a tarefa de aprofundar dia a dia essa observação sobre nós mesmos, para nos sentirmos mais confortáveis com o que somos, com nossa vida, com nossas atividades, com nossas relações e, se precisar fazer ajustes, sabermos exatamente o que queremos!

Você deve estar se perguntando: e as previsões daquela consulta, aconteceram? Não, eu não queria mais aquilo!

 

Magda Chiossi

Carta do dia 07 de fevereiro de 2014

16- A Torre

XVI – A Torre

Mude, antes que a vida faça por você!

Ninguém gosta de quando ocorrem imprevistos que atrapalham os planos, a rotina. Pneu furado, metrô parado, salto quebrado, pequena batida de trânsito, perda de documentos. Basta uma coisa acontecer para nos atrasarmos, sairmos do controle, perdermos o equilíbrio. E por quê? Porque estão fora do nosso planejado, fora do nosso controle, fora daquilo que nos dá a sensação de segurança.

Segurança e controle estão sempre associados. Enquanto controlo uma determinada situação, tenho segurança. Um imprevisto, um acidente, uma adversidade foge ao meu controle e assusta.

Se fazemos isso na vida prática, o que não somos capazes de fazer para dentro de nós? Reprimimos tudo aquilo que pode ameaçar nossa segurança e delimitamos um caminho que seja seguro e o mais estável possível. E como identificar o que é seguro? Seria lindo se a resposta fosse: o seguro é tudo aquilo que está em sintonia com o seu interior, a segurança se adquire por meio do conhecimento de si. Mas, infelizmente, não é assim que as coisas são. Seguro é aquilo que nos ensinaram, que “todos” fazem, que é aceito e respaldado socialmente.

E, quanto mais forçamos nossos comportamentos e sentimentos nessa direção, mais sufocamos e represamos o que verdadeiramente somos. Para não morrer, nosso ser interno quebra a prisão em que foi colocado. Um pneu furado não é nada perto disso! Nossa estrutura de vida desaba, nossas verdades mostram-se falsas, tudo que construímos rui. Nesse momento, nos vemos nus, sem nada, sem rumo…  mas, com uma grande chance de recomeçar em sintonia com nossa essência e de reconhecer que a maior fortuna da vida está dentro de nós!

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 06 de fevereiro de 2014

8 de Copas

8 de Copas

Tristeza não é doença, mas é sintoma!

O excessivo calor provoca uma certa moleza, apatia, falta de energia e vontade para executar as tarefas mais simples. A falta de chuva, possível racionamento de água, extremos climáticos pelo mundo fazem com que alguns apontem como o fim dos tempos, o apocalipse. E, no meio disso tudo, ficamos estagnados, com uma sensação estranha, meio tristeza, meio descrença. Se você está se sentindo assim esteja certo que a culpa não é apenas dos aspectos atmosféricos!

Durante a semana o Tarô tem nos convocado a lutar pelo que queremos, a definir o que realmente desejamos a partir da quietude da mente.  Vamos combinar que não é das tarefas mais simples! Se em um determinado momento nos sentimos entusiasmados e confiantes, em outro, a falta de resultados nos faz questionar, nos desestimula, nos estanca. Vivenciamos a bipolaridade, da euforia à depressão, da ansiedade à extenuação. E nos perguntamos, por que tudo isso? Por que estou sofrendo ? Por que as coisas não estão funcionando? Estou no caminho certo ou tenho que desistir? Começamos a questionar nossas escolhas, nossas vontades. Se eu tivesse feito diferente, se eu tivesse falado aquilo, se, se, se… Duvidamos tanto do que somos e de nossa capacidade, que nos restam somente a frustração e a tristeza.

A tristeza e a depressão são sinais de que perdemos o contato com nossa essência, de que durante anos reforçamos mecanismos psíquicos que apenas nos desqualificavam e negavam nosso potencial para sermos felizes. É preciso se reconectar, não desistir! Deixe as lágrimas caírem para, sobre elas, poder navegar até seu porto seguro:  você mesmo!

Magda Kumara

T.(11) 9-8506.3117

Carta do dia 05 de fevereiro de 2014

Pajem de Espadas

 

Pajem de Espadas

Uma mente agitada inviabiliza a ação!

Cadê a chuva? A chuva que além de amenizar o calor, lava a poluição do céu e deixa o ar mais limpo? Esperamos por ela! Mas, enquanto ela não vem, devemos buscar essa mesma água purificadora para levar de nossas cabeças tantos pensamentos que nos intoxicam e nublam nossa capacidade de ver adiante.

Quanto mais poluídos estamos internamente, mais difícil é ver as coisas com clareza e identificar quais devem ser nossos próximos passos e para onde eles devem nos levar. Ficamos estagnados, preocupados com as contas a pagar e os bens a comprar. Não vemos o horizonte, vemos apenas uma intensa nebulosidade que nos priva de uma visão ampla e nítida de nossa realidade.

A mente agitada é igual a um lago muito movimentado: não se pode ver o fundo – como o zen budismo lembrou há muito tempo. Enquanto a mente não acalmar e quietar, não podemos ver as coisas como elas realmente são e muito menos identificar novas possibilidades.

Ao aquietar a mente, permitimos que as emoções aflorem e então ultrapassamos as várias camadas de medo e negatividade que nos paralisam e não nos deixam ir adiante. Enquanto não fizermos isso, continuaremos a achar que não conseguiremos, que está muito difícil, que o nosso mundo está desmoronando, que nada vai dar certo e mais e mais pessimismos.

Derrubar o medo, fruto de velhas crenças, é a primeira grande batalha que precisamos empreender para poder lutar pelo que verdadeiramente desejamos!

Magda Kumara

T.(11) 9-8506.3117