Carta do dia 10 de outubro de 2013

3 Imperatriz

 

III – A Imperatriz

Não há nada mais divino do que a própria vida!

A carta de hoje representa o princípio feminino maternal, físico, abundante. É o símbolo da frutificação, reprodução, criação. É nossa mãe, nós mesmos como mãe. A mãe que nutre, que cuida, que embala, que acarinha, que acolhe.

Se o Tarô está nos apresentando esta carta, ele está dizendo que devemos cuidar de nós como uma mãe cuida de um filho, a mãe que gostaríamos de ter. Tratemo-nos com ternura, amor, aconchego e apoio. Que sejamos nutridos por essa mãe para que nosso coração se encha e transborde em nossas ações e relacionamentos.

É um momento de se doar, de frutificar e desfrutar. Cuidemos de nós, de nosso corpo, de nossas necessidades físicas e emocionais. Cuidemos de quem amamos. Permitamos que a comunicação flua,  seja pacífica, tranquila e constante. Que nossa criatividade não fique à mercê de nossas críticas. Que as pessoas com que compartilhamos a vida sejam bem vindas e acarinhadas.  Entreguemo-nos à vida e que ela se reproduza!

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 08 de outubro de 2013

3 de Espadas3 de Espadas

Liberte-se das crenças que geram sofrimento!

Há apenas cinco dias o Tarô apresentou esta mesma carta. Se ele torna a mostrá-la é porque ainda precisamos trabalhar essa questão.

Apesar da dor, demonstrada pela carta, essa é uma dor provocada pelos pensamentos, pelas crenças, valores, teimosias… É o sofrimento do orgulho ferido e das expectativas frustradas. E por que vivemos isso? Porque estamos tão preocupados em criar um mundo perfeito (a tal propaganda de margarina de ontem!), seguro e idealizado; em sermos pessoas bem-sucedidas, estáveis, inabaláveis que não conseguimos manter nem o mundo, nem nós mesmos nesses padrões tão elevados de perfeição.

Se não  formos capazes de permitir que as coisas sejam e fluam espontaneamente, esse tipo de sofrimento sempre irá nos visitar.

Se nossa vida fosse um terreno, ele estaria tão repleto de coisas supérfluas e fantasiosas que não haveria espaço para colocar aquilo que verdadeiramente nos aquece a alma. E o pior, se não mudarmos nossa forma de ver e perceber a vida, continuaremos optando pelas quinquilharias (com valor superestimado) em vez de escolher nossos verdadeiros tesouros.

Olhe para esse terreno e perceba se a fonte da dor, das dificuldades, das angústias não devem ser jogadas fora, limpando e abrindo espaço para o que é verdadeiramente importante.

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 07 de outubro de 2013

10 de Copas

 

10 de Copas

Faça sua propaganda de margarina!

Imagine uma família: papai, mamãe, um casal de filhos, em uma casinha gostosa, com o sol entrando, iluminando e aquecendo, todos lindos, sorridentes e felizes. Típica cena de propaganda de margarina, não? Essa família feliz é tão martelada, que já faz parte de nosso imaginário de felicidade emocional. Acabamos por perseguir esse sonho e ficamos frustrados quando esse ideal não é alcançado.

A carta de hoje, mostra essa família feliz e aborda dois aspectos bem distintos:

1º Precisamos valorizar e reconhecer nossos vínculos afetivos – mesmo que eles não se pareçam com a propaganda de margarina! Passamos tanto tempo desejando algo que não percebemos as relações preciosas que possuímos em nossa vida. A casa pode não ser tão bonita, as pessoas podem não corresponder aos padrões estéticos, mas são nossa fortuna, nossa riqueza maior. Eles são nossa família, de sangue ou de vida, são nossos companheiros de jornada, são nossos mestres e discípulos nessa grande escola. É um bom dia para estar com eles!

2º O que fazemos para tentar atingir esse ideal de felicidade? Somos de fato felizes ou apenas estamos tentando garantir um padrão que dizem que é de felicidade? Muitas vezes, buscamos esse modelo por acreditar que algo tão perfeito dê segurança emocional, que nada de ruim possa acontecer. E que preço pagamos por isso? O preço é de anulação das emoções, sufocamento de seus impulsos.

A grande mensagem de hoje é que não existe modelo de felicidade, não existe perfeição emocional. Quanto mais desejamos segurança emocional, maior é o preço a se pagar: obrigações, possessividade, exigências e falta de autenticidade. A felicidade não é determinada pela segurança, é definida pela espontaneidade!

Curta as pessoas de sua vida, brigue, ame, sinta e lembre-se de que não há garantias quando falamos de emoção!

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 4 de Outubro de 2013

12 O Enforcadp

 

XII – O Pendurado

Entregando-se a si mesmo!

O sofrimento apontado na carta de ontem, está ligado ao sofrimento do ego. O ego é aquela parte de nós que contem o orgulho, a vaidade, a arrogância. Nosso ego foi construído de acordo com nossas experiências e aprendizados, castigos e reforços positivos, dores e proteção. Criamos um ego que protegesse nosso ser interno, que julgamos tão frágil, que preferimos deixar guardado sob camadas e mais camadas e bloqueios. Até o momento em que não nos reconhecemos mais, que começamos a indagar quem somos verdadeiramente.

A carta de hoje, O Pendurado, vem nos mostrar que as correntes que nos prendem são as das crenças e dos padrões de comportamento. É chegada a hora de identificar se as obrigações que nos autoimpusemos são fiéis à nossa essência. Se não são, precisamos abandoná-las, romper essas amarras.

Se há uma obrigação efetiva, é a de aceitar e reconhecer nossa própria natureza, essa natureza divina que nos torna seres únicos e maravilhosos! Quando estamos afinados com ela, fluímos na vida e nos aproximamos de nossa verdade, de nosso coração.

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117

Carta do dia 3 de outubro de 2013

3 de Espadas

3 de Espadas

Deixe a chuva cair e levar o que não serve mais!

Esta carta representa dor, sofrimento, aflição. Auto-estima lá embaixo, medo imenso de ser rejeitado.

Pesado, não? Mas isso tudo está relacionado ao esforço contínuo em ser e fazer o que agrada os outros, ou o que eles esperam que façamos. Tanto esforço dedicado a atender as expectativas alheias sem receber a gratificação desejada, gera essa sensação de tempo perdido, de pesar pelo que não viveu.

É o momento de libertação das crenças de que se é bom apenas quando isso é refletido em outros olhos. Ouvir-se, perceber-se e, principalmente, valorizar-se! Entender que a sua verdade é aquela que flui de dentro de você! As respostas que espera estão em seu interior.

O medo de sofrer, de ser rejeitado, de ser abandonado, de ser castigado e tantas outras coisas, dificultam a tomada de decisão, impedem o livre pensar e agir. Mas, a conscientização desses sentimentos é o primeiro passo para sua libertação. É o início do momento de clareza!

Magda Kumara

T. (11) 9-8506.3117