Mensagem para o dia 1º de Dezembro de 2015

Japaridze Tarot10 de Copas

A felicidade é uma estado natural, não se pode fingir nem eternizar. A felicidade e o amor só podem existir em liberdade, autenticidade e espontaneidade.

Um dia repleto de amor e felicidade para você!

Namastê


Faça a sua propaganda de margarina!

Imagine uma família: papai, mamãe, um casal de filhos, em uma casinha gostosa, com o sol entrando, iluminando e aquecendo; todos lindos, sorridentes e felizes. Típica cena de propaganda de margarina, não? Essa família feliz é tão martelada, que já faz parte de nosso imaginário de felicidade emocional. Acabamos por perseguir esse sonho e ficamos frustrados quando esse ideal não é alcançado.

E o que fazemos para tentar atingir esse ideal de felicidade? Somos de fato felizes ou apenas estamos tentando garantir um padrão que dizem que é de felicidade? Muitas vezes, buscamos esse modelo por acreditar que algo tão perfeito dê segurança emocional, que nada de ruim possa acontecer. E que preço pagamos por isso? A anulação das emoções e o bloqueio dos impulsos.

Precisamos valorizar e reconhecer nossos vínculos afetivos – mesmo que eles não se pareçam com a propaganda de margarina! Passamos tanto tempo desejando algo que não percebemos as relações preciosas que possuímos em nossa vida. A casa pode não ser tão bonita, as pessoas podem não corresponder aos padrões estéticos, mas são nossa fortuna, nossa riqueza maior. Eles são nossa família, de sangue ou de vida, são nossos companheiros de jornada, são nossos mestres e discípulos nessa grande escola.

A grande mensagem de hoje é que não existe modelo de felicidade, não existe perfeição emocional. Quanto mais desejamos segurança emocional, maior é o preço a se pagar: obrigações, possessividade, exigências e falta de autenticidade. A felicidade não é determinada pela segurança, é definida pela espontaneidade!

Curta as pessoas de sua vida, brigue, faça as pazes, ame, sinta e lembre-se de que não há garantias quando se trata do sentir!


FLORAIS DE BACH – Se você tem dificuldade em valorizar suas relações Afetivas, suas conquistas, suas realizações, identifique aqui os florais que podem te ajudar.


Texto: Magda Kumara    //    Imagem: Japaridze Tarot

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Mensagem para o dia 30 de Novembro de 2015

the moonXVIII – A Lua

Somos sombra e luz. Aceitando a sombra, aumentamos a luz!

Que sua luz ilumine sua sombra e que você possa ser completo!

Namastê.


O Autoconhecimento é o caminho da verdade e do fim do sofrimento!

Você se conhece de verdade ou ainda vive em constante conflito consigo mesmo? Entende os fatores que te desequilibram e busca manter-se firme ou se entristece e se enraivece toda vez que sai do equilíbrio, se autopunindo por não conseguir mantê-lo?

A iluminação e o completo extermínio do sofrer são nossos maiores objetivos nessa existência. Não estamos prontos e acabados, por isso temos que trabalhar e nos esforçar para cada dia nos compreender mais. Esse é o nosso principal trabalho!

Muitas situações que vivenciamos nos confrontam e nos tiram do eixo. Podemos ficar nervosos, tristes, revoltados, magoados, surpresos… e, todo aquele trabalho de ficar bem, zen, equilibrado em poucos minutos (às vezes segundos) vai por água abaixo. Então, percebemos o quão distantes estamos do nossa tão desejada harmonia interna.

Um equilíbrio real e efetivo só é possível quando somos capazes de nos olhar por inteiro. Vasculhar cada canto, iluminar cada pedacinho e aceitar, amar e acolher tudo que encontrarmos. Escondemos de nós mesmos – conscientemente ou não – alguns aspectos que não gostamos e não queremos ter; lutamos para que eles não venham à tona e achamos que assim manteremos o equilíbrio. Isso dura até que algum fato externo acorde essa característica “monstruosa” e temos que limpar a sujeira e o rastro que ela deixa. Nos sentimos mal, consideramos que demos muitos passos para trás e nos condenamos mais um pouco por sermos assim. Arrumamos tudo e tentamos trancar, com mais cadeados, mais correntes, mais grilhões essa fera que habita em nós. Será que isso resolve?

O desenho animado Shrek apresenta um conto de fada às avessas e muito ilustrativo. A princesa, presa na torre de um castelo patrulhado por um enorme e feroz dragão, espera ser salva pelo príncipe. Até aí, nada de mais. A questão é que seu maior inimigo não é o dragão do lado de fora, seu maior inimigo é ela mesma que, ao anoitecer, transforma-se em ogra. Ela acredita que o príncipe vai salvá-la desse problema também, que nunca mais ela terá que se tornar ogra, que essa besta que reside nela irá embora juntamente com o beijo do amor verdadeiro. É  incrível, né? Sempre vem de fora nossa salvação!?! Por isso que tanta gente espera que um amor, um emprego, uma casa, um carro, resolva todas as suas infelicidades! Voltando à história… seu lado ogro não era tão terrível quanto ela acreditava, muito pelo contrário, mas ela o rejeitava por ser diferente e destoar do meio em que ela vivia, afinal uma princesa não pode ser uma ogra!!!

O quanto dessa cultura temos entranhado dentro de nós? E tudo que é diferente dela jogamos para as sombras, para baixo do tapete, para o fundo do poço. Enquanto não pudermos integrar essas diversas partes que nos compõem, nossas feras internas, estaremos sempre à mercê de sua aparição involuntária, dos “estragos” que elas podem causar. Conhecê-las, reconhecê-las e aceitá-las tiram seu aspecto monstruoso tornando-as apenas mais uma característica daquilo que somos; da beleza e maravilha do que somos!

Que possamos nos autoconhecer e autoaceitar, daí provem nossa verdadeira força e equilíbrio!


FLORAIS DE BACH – Quando a sombra é entendida e incorporada, a luz torna-se mais forte e nos sentimos mais completos. Para contribuir nesse processo, veja AQUI os Florais recomendados.


Texto: Magda Kumara    //    Imagem: David Heyward

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Mensagem para o dia 27 de Novembro de 2015

MorteMorte

Não tema o fim. O fim é o prenúncio de um novo tempo!

Muito amor, determinação e coragem!

Namastê.


Aceite o fim e abra-se ao novo!

Vamos falar sobre a morte. Aceitá-la ainda é uma das coisas mais difíceis de nossa vida, embora seja a única coisa que temos certeza que irá acontecer.

Não sei de onde veio a crença de que tudo que é realmente bom dura para sempre. Queremos que tudo que gostamos dure para sempre. Não só o casamento tem que ser para sempre, o amor também. Queremos que a juventude dure para sempre, que a alegria dure para sempre, que o prazer nunca acabe. Rejeitamos qualquer perspectiva do fim. O fim tornou-se sinônimo de grande sofrimento.

É verdade que há sempre um sabor amargo quando algo termina, mas reconhecer que algo chegou o fim pode representar o término de um processo de sofrimento, ao contrário do que muitas vezes acreditamos. Por exemplo, tentar forçar uma relação que não existe mais gera ainda mais dor do que aceitar seu fim, curar-se e renovar-se para uma nova relação.

Quando aceitamos que algo se acabou, abrimos lugar para o novo. Uma planta que morre serve de adubo para que outra possa nascer. Tudo que morre completou seu ciclo, parou de pulsar, pereceu. Quando insistimos naquilo que já se foi, empregamos energia apenas no sofrimento, sem dar chance para que nasça uma nova vida.

Quando essa morte acontece dentro de nós, criamos a possibilidade de viver uma transformação. Aprendemos que algo em nós nunca morre, encontramos nossa porção divina que continua pulsante e vibrante. Compreendemos que o que morreu foi a casca, a armadura, a forma; a essência continua íntegra e livre para se reinventar e traçar um novo rumo em direção à felicidade.


FLORAIS DE BACH Se você tem dificuldades em reconhecer o término de um processo e seguir adiante, veja AQUI os florias que podem te ajudar.


Texto: Magda Kumara   //   Imagem: Larry Butterworth

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Mensagem para o dia 26 de Novembro de 2015

six6 de Copas

Sua criança ainda vive, talvez esteja encolhida em um canto aí dentro, esperando para que você a desperte e a chame para brincar.

Muita luz, alegrias, amor e espontaneidade!

Namastê.


Deliciar-se com aquilo que verdadeiramente agrada!

A infância é uma etapa da vida em que olhamos o mundo com olhos esperançosos e vibrantes. Percebemos nosso corpo de maneira intensa, a dor e o prazer são genuínos. A espontaneidade é a marca registrada, os sentimentos e emoções são expressos sem censura. Sonhávamos, imaginávamos o que gostaríamos de ser e fazer; não acreditávamos nas amarras e nos pudores sociais, existíamos plenamente.

Algumas crianças perderam sua infância mais cedo do que outras; algumas crianças bloquearam sua espontaneidade muito precocemente; algumas crianças cortaram o contato com seu fluxo interno prematuramente. A criança tem senso de sobrevivência  e identifica inconscientemente o que o meio em que cresce esperara dela para continuar fornecendo o alimento físico e emocional que carece para continuar viva.

Não é a toa que os processos terapêuticos têm como foco principal a infância, pois é lá que começa a desconexão com o que efetivamente somos, é lá que começamos a forjar nossa personalidade, nossos quereres, nossos prazeres e desejos de acordo com o que recebemos de estímulo positivo ou negativo. Ficamos tão condicionados a agir e reagir dentro de uma estrutura conhecida, que desconhecemos a nós mesmos, descartamos nossos impulsos primordiais e seguimos o caminho que nos mostraram, não o que desbravamos com nossos próprios pés.

Você gosta do quê? O que lhe dá prazer? O que é que ilumina sua alma e alegra os teus momentos? Qual seu sonho, seu desejo? O que disso foi ensinado, aprendido, forjado? O que disso tudo é efetivamente seu?

A vida está aí, a infância não volta, mas é possível resgatar a parte de nós que foi perdida e abandonada, reintegrá-la para podermos ser mais inteiros, mais plenos e muito mais vivos!


FLORAIS DE BACH – Se você tem dificuldades em recuperar a alegria de viver, deixando no passado o que é do passado e vivendo o presente, veja aqui os florais que contribuem nesse processo.


Texto: Magda Kumara   //   Imagem: StarTarot

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Mensagem para o dia 24 de Novembro de 2015

page of cups byPajem de Copas

Amar se aprende se amando. O amor por si próprio é o primeiro e mais importante passo para encontrar, viver e frutificar o amor. Apenas você mesmo pode despertar esse amor por si mesmo, reconhecendo sua própria beleza, suas próprias qualidades e toda sua diversidade!

Muita luz e amor, amor, amor por quem você é!

Namastê.


Amar se aprende se amando!

Estou certa que você sabe disso há muito tempo, não é? Saber é uma coisa, colocar em prática, ah, é muito diferente.

Por que é tão difícil se amar? Estou dizendo se amar de verdade, não só da boca para fora. Sentir-se bem com quem se é, ser feliz por ser do seu jeito, gostar de cada pedacinho seu. Realmente não é fácil.

A parte mais difícil está em gostar daquilo que você julga imperfeito, ruim, inacabado. Mas esse julgamento é baseado em que? Em quais valores? E quem disse que imperfeito e inacabado não é bom?

Ficamos tão maravilhados com as pessoas consideradas belas e maravilhosas que, quando nos olhamos no espelho, não gostamos do que vemos. A maquiagem do rosto não é capaz de mudar a imagem que temos de nós mesmos. O mundo pode nos encher de elogios, mas continuamos a aumentar nossos defeitos, sempre à procura da perfeição. Enquanto não formos perfeitos, não seremos amados!

Mas não se engane, quase todo mundo tem problema de autoestima, mesmo que mostre o contrário. Afinal, assim como uma relação precisa ser cuidada cotidianamente, a autoestima também carece de atenção. Ao ficar conectado, com o que você gostaria de ser, está ferindo e desprezando a si mesmo. Se você insiste que é feio, é assim que será. Se você se convenceu de que não é bom o suficiente para ser amado (até por você mesmo), não será amado mesmo!

Mude a forma como você se enxerga. Valorize suas qualidades, perceba o quanto elas te tornam uma pessoa única. Ser igual aos outros para que? O melhor é ser diferente, exclusivo e carregar muito amor, por você mesmo, e para entregar a quem o merecer!


FLORAIS DE BACH – Não é fácil aprender a se amar e a gostar daquilo que se é verdadeiramente, então veja aqui as essências florais que podem ser grandes aliadas nesse processo.


Texto: Magda Kumara    //    Imagem: Stephanie Pui-mun Law

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