Mensagem para o dia 21 de Dezembro de 2015

rodaX – A Roda da Fortuna

Na gangorra da vida hora estamos em cima, hora estamos embaixo; hora rimos, hora choramos. Mas, ao final, tudo passa.

Aprendamos a fluir na dinâmica da vida!

Muita luz, amor e sabedoria para conduzir sua vida!

Namastê.


Tudo passa!

Tudo na vida é impermanência. A própria vida é impermanência. Tanto esforço para manter os bons momentos, tanto esforço para fazer passar mais rápido os momentos difíceis, para quê? A tristeza não dura para sempre, a alegria também não. O que existe é o agora!

O passado foi e o futuro é apenas uma possibilidade. O real é este momento, único e singular. Todas as tentativas para mudar esse fato provocam ansiedade (o que vai acontecer?) ou nostalgia (era tão bom…), e o agora escapa pelos dedos.

Assim como não se apressa o rio, não se estanca o mar. A vida é um processo contínuo e quanto maior a necessidade de controlá-la, maior a tensão e o sofrimento.

A essência do sofrimento humano está em querer mais e mais do que gosta e menos, muito menos, daquilo que desagrada. E entre essa ânsia e aversão sofre-se ante a iminência de que ocorra o contrário do que deseja. Aceitar que tudo na vida é impermanente possibilita curtir e aproveitar integralmente o que faz bem e aceitar que aquilo que faz mal também terminará.

A vida e a natureza têm seus ciclos! A nós resta aprender e aceitar isso, saborear intensamente os prazeres e encarar dignamente nossas dores, pois elas também, em algum momento, terminarão.


FLORAIS DE BACH – As mudanças fazem parte da vida, tudo é impermanente, nada dura para sempre. Se você tem medo ou dificuldade de mudar, veja AQUI os florais que podem te ajudar.


Texto: Magda Kumara      //      Imagem: Tarot of the Witches  

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Mensagem para o dia 18 de Dezembro de 2015

o mundoXXI – O Mundo

 Que etapa ou ciclo da vida está com dificuldades de encerrar? Por que está tão difícil dizer adeus ao que precisa partir e dar boas vindas a um novo capítulo de sua história?

Muita luz, tranquilidade e receptividade ao novo!

Namastê.


Agradeça ao que se foi e abra-se ao novo!

Os ciclos fazem parte de muitas coisas, assim como da própria vida. Há ciclos que queremos concluir logo, há outros que gostaríamos de estender ao máximo. Sempre percebemos quando um ciclo está acabando, se não reconhecemos intelectualmente, pressentimos, intuímos. Não se pode ser criança para sempre, nem retardar o crescimento dos bebês, por que então demoramos tanto para finalizar um ciclo que já terminou?

Ao encerrar um ciclo somos bombardeados por ansiedade e insegurança. Queremos muito o novo, mas tememos perder a estabilidade gerada pelo velho. Queremos dinamismo sem perder a segurança. É o mesmo que nadar com a boia nos braços, não se liberta do antigo, mas não dá para ir muito longe, pois está sempre preso a ele.

Entenda que quando um ciclo termina significa que ele chegou ao seu ápice, não dá para ir além. Para continuar é preciso começar algo novo, é o momento da transformação, da transmutação. Não há o que temer, há muito a vibrar e direcionar a energia para uma nova fase, novos desafios, novos sabores, novas conquistas.

Ao tentar evitar que o ciclo se feche, estará tirando a beleza desse ápice, estará tornando o doce em amargo, a alegria em frustração. O gozo é o clímax, depois dele é necessária a separação dos corpos para poder iniciar um novo ciclo de prazer.

Toda aprendizagem requer mudança de fases, não adianta continuar aprendendo e ensinando as mesmas coisas. As experiências são fontes de aprendizagem e precisam ser renovadas constantemente.

Há um novo ciclo para ser iniciado. Alegre-se e agradeça essa imensa oportunidade de revigorar sua vida e transformá-la naquilo que anseia e reflete sua verdade interior.


FLORAIS DE BACH – A carta O Mundo representa o final de um ciclo, de um processo de aprendizagem que, ao ser concluído, abre as portas e janelas para uma nova etapa na vida. Sendo assim, veja AQUI as essências florais  que podem contribuir para o fechamento desse ciclo, de acordo com a questão que foi trabalhada.


Texto: Magda Kumara      //      Imagem: Terra Tarot

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Mensagem para o dia 17 de Dezembro de 2015

Navigators Tarot of the Mystic SeaRei de Espadas

Não dê tanta importância ao que pensam de você. Dê importância à qualidade de seus pensamentos, dê importância àquilo que é mais verdadeiro em você, pois isso sim determina a qualidade de sua vida. 

Que sua vida seja repleta de pensamentos iluminados!

Namastê.


O coração sente o que os olhos não veem!

A expressão “o que os olhos não veem o coração não sente” no senso comum quer dizer: se você não souber de algo, não vai sofrer. O sofrimento está sempre associado ao coração. Bizarro, não?

Mas, você já deve ter tido experiências de pressentir algum fato e confirmar depois. Nas mulheres isso é ainda mais comum! O nosso tão aclamado sexto sentido (que os homens também têm) nos sinaliza várias coisas e, quando menos esperamos, pimba!, na mosca! O acontecimento é uma comprovação do sentir, mas definimos que só isso é real, a percepção não vale. Quando acontece, temos um dado de realidade, uma realidade que o coração já sentia, mas a mente negava. A partir de então, os olhos veem, não podemos mais negar.

Os olhos apenas comprovam o que o coração já sentia, mas quem precisa dessa comprovação é a mente, a mente e o ego. Com a prova vem um turbilhão de “emoções” (ou seriam pensamentos?): como puderam fazer isso comigo? não sabem com quem estão se metendo!, eu não merecia isso!, sou muito mais eu!, ele(a) não me merece! E por aí vai.

Se analisarmos nossos pensamentos-emoções veremos que existe amor próprio ferido em grande intensidade. Nossos ódios, raivas, rancores, mágoas vêm do ataque ao nosso ego, ao nosso orgulho. No dicionário Michaelis, a palavra orgulho significa: 1 Conceito muito elevado que alguém faz de si mesmo; altivez, brio. 2 Amor-próprio exagerado. 3 Empáfia, bazófia, soberba. 4 Ufania. Aquilo de que alguém pode orgulhar-se. E a palavra ego significa: experiência que o indivíduo possui de si mesmo, ou concepção que faz de sua personalidade; em psicanálise, apenas a parte da pessoa em contato direto com a realidade, e cujas funções são a comprovação e a aceitação dessa realidade.

Um ataque ao nosso orgulho, ao nosso ego, representa uma tentativa de reduzir nossa importância, nosso significado. Aquela frase medonha: você sabe com quem está falando? é apenas o orgulho (neste caso, arrogância) falando mais alto. Aí, alguém vai gritar: orgulho é diferente de arrogância! Temos que ter orgulho do que somos! Bonito, mas pouco prático porque o orgulho é sempre mediado pelo outro. Amar a si mesmo não é, nem deve ser, sinônimo de orgulho. Pois, para se amar basta si próprio. Para alimentar o orgulho é necessário o aplauso dos outros, mas muitas vezes recebemos vaias. Quando vinculamos nosso amor próprio à aprovação do mundo, isso não é amor, é ego.

Para podermos ir além do ego, precisamos acessar nossa essência, sair da chamada zona de conforto – e de muito desconforto. É confortável apenas porque é conhecida, mas é imensamente desconfortável porque estamos fazendo grande esforço para mantê-la, ela não representa o que somos verdadeiramente. Gastamos tanto tempo e energia mantendo as coisas como nosso ego acredita que devem ser que, quando percebemos, envelhecemos, cansamos e não tivemos uma vida que nos fizesse realmente felizes.

Você vai esperar chegar ao fim para constatar que deixou o ego comandar sua vida, ou vai assumir quem é e o que gosta agora mesmo? Tenha certeza de que se optar pela segunda alternativa, você se amará mais, atrairá amor verdadeiro e poderá de fato ser feliz!


FLORAIS DE BACH – Se seus pensamentos são dominantes demais, ao ponto de negar as informações que chegam de outras fontes – como a intuição, veja AQUI os florais que podem te ajudar a harmonizar sua mente e permitir a expressão de sua essência.


Texto: Magda Kumara      //      Imagem: Navigators Tarot of the Mystic Sea

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Mensagem para o dia 16 de Dezembro de 2015

10 de paus10 de Paus

Quando tudo parece pesado demais, quando não restam forças para continuar é chegada a hora de olhar para a vida e fazer as mudanças necessárias rumo à leveza e à felicidade.

Muita luz, amor, força e esperança para mudar!

Namastê


Carregar a cruz

Essa é uma expressão muito usada e que precisa ser melhor entendida para transformar sua representação em nossas vidas. Sempre que pensamos nela, nos vem à mente a imagem de sofrimento e abnegação. Lembra do Pagador de Promessas? Carregar a cruz é o símbolo do sacrifício, mas também do castigo. Afinal, carregar a cruz é condenação, é pagar o preço de escolhas, decisões e caminhos percorridos.

Mas quem coloca a cruz sobre nossos ombros se não nós mesmos? A cruz representa nossas responsabilidades e obrigações, e quanto mais há disso na vida, menos espaço sobra para o espontâneo, para a liberdade, para o relaxamento.

Passamos muito tempo buscando algumas coisas na vida, sejam bens materiais, ascensão profissional, construção de família… quando nos damos conta, a realização de nossos desejos representa tantos compromissos, requer tanta disciplina, que deixamos de usufruir sua conquista, e eles vão se tornando mais pesados e desagradáveis.

Mas quantos desses compromissos são realmente importantes? Quais tarefas assumimos que poderíamos delegar aos outros? Quantas coisas fazemos por querer agradar ou para que nos considerem necessários?

De nada adianta ter uma casa de campo se não tem tempo para curti-la. De que adianta proporcionar conforto à família se não tem tempo para estar com ela? De que adianta realizar um sonho se ele se torna um pesadelo?

A vida tem obrigações, mas há espaço para a leveza, o riso, a festa, o prazer, o ócio, a espontaneidade, a brincadeira, a alegria, o amor, a paz, a felicidade…


FLORAIS DE BACH – Se você se sente como se estivesse carregando uma cruz, como se as escolhas que fez na vida tivessem se transformado em uma carga pesada, cheia de responsabilidades e obrigações, sem espaço para a alegria e o desfrute, veja aqui quais florais podem atenuar esses aspectos.


Texto: Magda Kumara      //      Imagem: Templar Tarot

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Mensagem para o dia 15 de Dezembro de 2015

Nine of Swords by Shawn Kawa9 de Espadas

O ego e a mente (a razão) quando se juntam combatem a espontaneidade, a intuição e o instinto, deixando um rastro de sofrimento e dor.

Faça da racionalidade uma aliada e não uma inimiga!

Luz, amor e uma mente livre e aberta!

Namastê!


Mente cruel!

Você já teve uma noite em que o sono não vem, mesmo com o corpo bastante cansado? E quando a sonolência vence, os sonhos são recheados de pensamentos, como se ainda estivesse acordado?

A insônia frequentemente ocorre por excesso de pensamentos e por mais que se tente desligá-los, não consegue. Mas o pior de tudo isso é o tipo de pensamento. Segundo uma recente pesquisa norte-americana: “A insônia pode levar a um tipo muito específico de desesperança, e o desespero, por si só, é um poderoso preditor de suicídio”. Esses pensamentos são autodestrutivos, extremamente críticos e cruéis.

Quanto mais a frieza da razão é usada para avaliar sua conduta e seus sentimentos, há mais censura e condenação dos atos. Chega-se à conclusão de que é necessário reprimir, mais e mais, os impulsos e instintos, pois assim, não precisará passar por situações que acabam por te expor e envergonhar. E quanto mais enclausurada está sua natureza animal, pior é sua expressão quando consegue escapar da prisão mental. E então, tem que aumentar a segurança e reprimi-la mais e mais.

Dá para perceber as consequências disso? Esse estado mental é altamente cruel e destrutivo, essa constante autotortura leva a graves somatizações, provocando doenças físicas e psíquicas. A continuidade desse ciclo de repressão e autodestruição envenenam o corpo, reduzindo a vitalidade e a vontade de viver.

Lembra da Fiona da animação Shrek? Ela escondia seu lado ogro na esperança de que um dia o beijo do amor verdadeiro a libertasse dessa maldição e ela pudesse ser sempre a linda princesa. Todos os dias quando o sol estava se pondo, ela se escondia para que ninguém visse sua faceta monstruosa, que tanto a envergonhava. E ela vivia esse conflito, quando humana ela tinha uma postura bastante agressiva; quando ogra ela era muito feminina e sensível. Mas, ela achava muito horrível ser aquele monstro e pensava que o mundo a rejeitaria se a visse assim. Tudo o que ela queria era ocultar para sempre esse seu aspecto. Não foi isso o que aconteceu. O beijo do amor verdadeiro fez com que ela mostrasse seu lado mais verdadeiro – e porque não o mais belo – e ficou para sempre na forma de ogro.

Apesar de ser um conto quase de fadas, essa historinha nos lembra que ao sufocar aquilo que definimos como ruim dentro de nós, gastamos tanta energia, tantas noites de sono em auto-repreensões e autopunições por termos sido espontâneos e autênticos, por termos deixado à mostra parte de nosso monstro, que nem cogitamos que podemos estar reprimindo o que temos de melhor!

O inconsciente não vai embora porque a racionalidade quer e, como Jung dizia, quanto maior a racionalidade, maior a hostilidade do inconsciente e, consequentemente, maior o sofrimento.

Liberte-se dos grilhões da mente que distorce mais do que explica a realidade. Liberte seu inconsciente, seus instintos, sua intuição e durma bem, tenha lindos sonhos e acorde revitalizado para lutar pelo que deseja na vida!


FLORAIS DE BACH – Se sua mente tem sido cruel, veja aqui essência floral indicada. 


Texto: Magda Kumara      //      Imagem: Shawn Kawa

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