Mensagem para o dia 29 de Abril de 2016

four Infinite Visions Tarot4 de Ouros

Que os bens materiais ocupem o lugar que lhes é destinado, livrando-se do medo de perdê-los e do temor da falência e da miséria.

Desapego é a palavra do dia!

Luz, libertação e braços sempre abertos!

Namastê.


Quanto vale?

Em apenas 4 dias o Tarô nos apresenta a mesma carta, uma carta que se refere a apego, insegurança, posse. Então, vamos revê-la por outro ângulo.

O dinheiro, os bens, a estrutura material da vida são importantes para possibilitar nossa atuação no mundo. Quanto mais carentes deles somos, mais nossa vida é direcionada para a sobrevivência. Quanto mais afortunados somos, maior é nossa liberdade para ser e fazer.

Por um lado, precisamos cuidar e estar atentos às nossas condições de vida e sobrevivência. Dinheiro é importante sim, e todos precisamos dele para termos acesso às mínimas condições de conforto. Afinal, a sociedade em que vivemos é organizada dessa maneira, embora o ideal seria que todos tivessem as mesmas oportunidades de acesso a ele. De qualquer maneira, temos que abandonar as ideias de que o dinheiro é sujo. A questão não está no dinheiro e sim no que se faz em nome dele: exploração, abusos, extorsões. Organizar a vida material é um dos nossos aprendizados, dar o real valor a ela também é.

Por outro lado, o apego, o medo de compartilhar e de perder o que se construiu materialmente deve ser combatido. Nossas posses não definem quem somos, são meio não fim. Elas viabilizam nossa caminhada, não são o caminho! Se o carro quebra, ainda temos nossos pés. A matéria é substituível, a vida não é!


FLORAIS DE BACH – Se você tem muito apego a pessoas e a coisas, ao ponto de se sentir preso e dependente delas e sofrer muito quando as perde, veja AQUI as essências florais que podem te ajudar.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Infinite Visions Tarot

contato

Mensagem para o dia 28 de Abril de 2016

roda da fortuna Amandine van RayX – A Roda da Fortuna

Na gangorra da vida hora estamos em cima, hora estamos embaixo; hora rimos, hora choramos. Mas, ao final, tudo passa.

Aprendamos a fluir na dinâmica da vida!

Muita luz, amor e sabedoria para conduzir sua vida!

Namastê.


Tudo passa!

Tudo na vida é impermanência. A própria vida é impermanência. Tanto esforço para manter os bons momentos, tanto esforço para fazer passar mais rápido os momentos difíceis, para quê? A tristeza não dura para sempre, a alegria também não. O que existe é o agora!

O passado foi e o futuro é apenas uma possibilidade. O real é este momento, único e singular. Todas as tentativas para mudar esse fato provocam ansiedade (o que vai acontecer?) ou nostalgia (era tão bom…), e o agora escapa pelos dedos.

Assim como não se apressa o rio, não se estanca o mar. A vida é um processo contínuo e quanto maior a necessidade de controlá-la, maior a tensão e o sofrimento.

A essência do sofrimento humano está em querer mais e mais do que gosta e menos, muito menos, daquilo que desagrada. E entre essa ânsia e aversão sofre-se ante a iminência de que ocorra o contrário do que deseja. Aceitar que tudo na vida é impermanente possibilita curtir e aproveitar integralmente o que faz bem e aceitar que aquilo que faz mal também terminará.

A vida e a natureza têm seus ciclos! A nós resta aprender e aceitar isso, saborear intensamente os prazeres e encarar dignamente nossas dores, pois elas também, em algum momento, terminarão.


FLORAIS DE BACH – As mudanças fazem parte da vida, tudo é impermanente, nada dura para sempre. Se você tem medo ou dificuldade de mudar, veja AQUI os florais que podem te ajudar.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Amandine van Ray 

contato

 

Mensagem para o dia 27 de Abril de 2016

Carro Magdalene TarotVII – O Carro

Unindo as partes distintas que nos formam, tomamos as rédeas de nossas vidas e realizemos nossa missão!

Luz, determinação e muitas realizações para você!

Namastê.


Traduzir-se!

Uma parte de mim é todo mundo:
outra parte é ninguém: fundo sem fundo.

Uma parte de mim é multidão:
outra parte estranheza e solidão.

Uma parte de mim pesa, pondera:
outra parte delira.

Uma parte de mim almoça e janta:
outra parte se espanta.

Uma parte de mim é permanente:
outra parte se sabe de repente.

Uma parte de mim é só vertigem:
outra parte, linguagem.

Traduzir uma parte na outra parte
— que é uma questão de vida ou morte —
será arte?

Esse é o poema Traduzir-se de Ferreira Gullar. Ele mostra a divisão interna, a dicotomia que parece persistir dentro de cada um de nós. Emoções diferentes, pensamentos distintos, vontades contrastantes… o que fazer com isso? Para onde ir? Sigo a emoção ou o pensamento? Falo ou me calo? Espero ou vou para a ação?

Na brincadeira de pular corda é preciso encontrar o momento certo para entrar, se não a corda baterá em você. E fica-se naquele movimento com o corpo, vai não vai, é agora? xi, passou! Ora erra, ora acerta. Quanto maior a insegurança e a dúvida, maior a chance de entrar no momento errado. A segurança só vem com a aceitação do ritmo, perceber como o movimento acontece e incorporar-se a ele, sem medo, apenas respeitando-o e seguindo-o.

O mesmo vale para essa divisão interna, para esses lados nossos que parecem nos levar para polos opostos, que parecem nos rachar ao meio. Aceitar essa divisão, essas diferenças que nos compõem, sem fortalecer um lado e enfraquecer o outro. Integrando essa diferença nos tornamos mais potentes, unindo o que parece impossível, sentimos segurança. A nossa força em ser e atuar no mundo começa com a comunhão daquilo que está cingido em nós.

Antes de tomar uma decisão, seja de agir ou de esperar, entre em contato com o que está vivo dentro de você. Não importa que sejam medos, frustrações, raiva. As chamadas emoções negativas também nos habitam e não podemos renegá-las, pelo contrário, quando aceitamos que elas existem, nos reequilibramos. Elas estão nos enviando mensagens que precisam ser ouvidas e que contribuem para os passos que daremos; aceitando nossa insegurança e medo, escolheremos caminhos que não nos ameaçam, desprezando-os traçamos caminhos tortuosos ou nos paralisamos.


FLORAIS DE BACH – Se para você não é fácil direcionar sua vida e atuar em busca de suas realizações, veja aqui os florais que podem te ajudar. 


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Magdalene Tarot

contato

Mensagem para o dia 26 de Abril de 2016

cavaleiro Mary-el TarotCavaleiro de Copas

Que o amor invada sua vida, quebrando todos os obstáculos, rompendo todas as barreiras e aportando em seu coração.

Muito amor em sua vida!

Namastê.


O encontro com o amor!

Todos nós queremos amar e ser amados! Todos nós queremos experimentar essa conexão maravilhosa com o outro, sentir a emoção, viver esse estado de encantamento e encontro. E quantos de nós nos sentimos tão sós, nem sempre estamos sozinhos de fato, mas não sentimos o amor. Outros estão sozinhos de verdade, sem amor e sem companhia. Muitas vezes chegamos a pensar que não encontraremos o amor nesta vida, que sua jornada será solitária.

Será mesmo verdade? Por que é tão difícil vivenciar uma relação de amor e companheirismo? O que nos falta? O que precisamos fazer?

Parte de tanta dificuldade de amar e ser amado está na rigidez, na exigência, no excesso de fantasia. Criamos listas com as características da pessoa perfeita para nós. Inventamos mantras, visualizamos a pessoa amada, procuramos ajuda exotérica. Fazemos de tudo para encontrar nossa alma gêmea. E, de tão focados na pessoa que possua todos esses atributos, deixamos passar várias outras com muitos desses mesmos atributos, mas que nem percebemos porque procuramos pela pessoa idealizada.

Há muita teorização sobre o amor. Há muito medo da traição, da rejeição e do abandono. (Segurança demais em uma relação é seu fim. Uma relação viva é dinâmica e tem que ser cuidada e reinventada todos os dias.) Há muita escolha e pouca entrega, muito orgulho e pouco autoconhecimento. A relação afetiva te aproxima do outro e de você mesmo. Com ela você entra em contato com emoções, traumas, mágoas e inseguranças guardadas por muito tempo. O outro faz às vezes de espelho e nem sempre gostamos do que vemos. Nem sempre somos lindos e perfeitos e não será também a pessoa amada.

Fortaleça o amor próprio, acreditando em sua capacidade de amar e ser amado, assim estará se abrindo para o amor, o verdadeiro amor, e ele virá, não mais como um espelho de seu ego, mas como um companheiro de sua alma.


FLORAIS DE BACH – Para permitir que o amor invada sua vida, quebrando todos os obstáculos, rompendo todas as barreiras e aportando em seu coração, veja aqui os florais indicados.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Mary-el Tarot 

contato

Mensagem para o dia 25 de Abril de 2016

four Cheimonette Tarot4 de Ouros

Temos o hábito de nos agarrarmos às pessoas e às coisas que fazem parte de nossa vida e sofremos imensamente quando elas se vão.

Desapego é a palavra do dia!

Luz, libertação e braços sempre abertos!

Namastê.


“Nascemos para morrer, conhecemos pessoas para as deixar e ganhamos coisas para as perder.” (Buda)

Tudo que amamos e possuímos tememos perder. E quanto mais nos prendemos a eles, mais nos tornamos dependentes e maior é nossa dificuldade de aceitar sua perda. Isso acontece tanto com as pessoas quanto com as coisas.

Vivemos em uma sociedade tão consumista que as posses definem as pessoas. Isso já foi prá lá de discutido, não é? Então, por que ainda julgamos a nós e aos outros pelo que usamos e pelo que temos? Por que tememos tanto perder o que conquistamos?

A todo momento pensamos: precisamos disso para viver! Mas, do que de fato precisamos? Quanto do que temos está relacionado à nossa sobrevivência? Ou será que a maior parte daquilo que possuímos representa segurança e necessidade de reconhecimento?

Sabemos que a morte virá, mais cedo ou mais tarde, então precisamos aprender que nada durará para sempre. Nada está seguro, nada está protegido. Experimentaremos muitas perdas, perdas materiais, perdas afetivas, perdas de todas as formas: de pessoas, de saúde, de dinheiro, de emprego, de amigos, de bens. A compreensão e aceitação da impermanência  nos ajuda a viver o presente e a desfrutar daquilo que dispomos no momento, sem criar falsas necessidades e amarras. Os bens materiais e o dinheiro são importantes em nossa cultura, mas eles não podem nos definir e representar felicidade. As pessoas vivem seus próprios ciclos e temos que aprender a nos despedir, saudosos, mas sem melancolia. Afinal, apego não é sinônimo de amor!


FLORAIS DE BACH – Se você tem muito apego a pessoas e a coisas, ao ponto de se sentir preso e dependente delas e sofrer muito quando as perde, veja AQUI as essências florais que podem te ajudar.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Cheimonette Tarot

contato