Mensagem para o dia 13 de Maio de 2016

marmar-moonXVIII – A Lua

Mudou o dia, mas a carta é a mesma. O que temos a aprender com a Lua? O que está tão difícil de aceitar?

Quanto maior o controle da mente, mais aprisionado fica seu ser interno.

Quanto mais aprisionado estiver seu ser interno, maior a sensação de incompletude e vazio.

Que sua luz ilumine sua sombra e que você possa ser completo!

Namastê.


Quem sabe a verdade?

Temos tanto medo de sermos iludidos pelos outros que fazemos de tudo para estarmos atentos, alertas e espertos. Mas, o verdadeiro perigo mora dentro de nós. Nós mesmos criamos nossas ilusões.

Deixe-me explicar melhor. Existe uma cultura que prega o quão negativo é ser ingênuo. A ingenuidade faz com que você seja enganado, que te passem a perna, que criem ciladas contra você. Por isso, aprendemos a dormir com um olho aberto e outro fechado, a observar e captar os interesses ocultos e nunca acreditar piamente no que é dito. O mundo é dos espertos. Use a cabeça! Todas essas frases fazem parte de nossos pensamentos, nossa mente fica concentrada nas possíveis armadilhas que podem ser armadas contra nós. E assim, usamos demasiadamente a cabeça, usamos tanto a cabeça que negamos nossas outras impressões.

A intuição, os impulsos, o inconsciente possuem uma forma única de perceber os acontecimentos. Eles captam o que paira no ar, a energia emanada, a vibração. E, mesmo que não sejamos capazes de descrever em palavras, sentimos. Sentimos quando o lugar está com boa ou má vibração; sentimos quando uma pessoa tem as qualidades que apreciamos ou não. Mas, a razão não sabe decifrar esses códigos e jogamos fora esse sentir, achamos que é besteira, que é fruto do medo, do desejo, da vaidade… De qualquer coisa, menos da verdade!

Assim, surge a ilusão. A ilusão sobre si e sobre os outros. A realidade é vista pelos olhos iludidos, desfocados, míopes. Sem usar todas nossas fontes de informação interna, vivemos num mundo irreal, numa fantasia.

A vida mutilada dessa porção intuitiva e divina provoca distorções na forma de ver o mundo, na forma de ver as pessoas e, infelizmente, na forma de ver a si mesmo. E nessa distorção, deixa de ver seus lados ocultos e escuros, que carecem de luz e de expressão. Quem nega seu inconsciente tem uma vida errante porque está negando seu próprio autoconhecimento.


FLORAIS DE BACH – Quando a sombra é entendida e incorporada, a luz torna-se mais forte e nos sentimos mais completos. Para contribuir nesse processo, veja AQUI os Florais recomendados.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Mary-el Tarot

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Mensagem para o dia 12 de Maio de 2016

moon Art Noveau TarotXVIII – A Lua

Somos sombra e luz. Aceitando a sombra, aumentamos a luz!

Que sua luz ilumine sua sombra e que você possa ser completo!

Namastê.


Muitos de nossos problemas existem porque não os enfrentamos!

Só existe sombra, se existir a luz. A Lua é o complemento oposto do sol. Se o sol é quente, a lua é fria; se o sol ilumina, a lua oculta.

A carta da Lua apresenta nossa sombra: nossos aspectos escondidos, escondidos porque, em algum momento da vida, acreditamos que eles eram feios, maus, monstruosos. E se alguém os visse ou entrasse em contato com eles, deixaria de nos amar, ficaria decepcionado. Essa sombra é como um grande tapete sob o qual fomos escondendo tudo que achávamos inadequados, tapete este que remonta desde nossa infância.

Se o Tarô nos apresenta esta carta hoje, significa que quanto mais tentamos fugir e esconder nossa sombra – de nós mesmos – mais nos sentiremos naufragando.

Há uma imagem que gosto muito, a imagem do poço. Imagine que você está em um poço, que você está se segurando para não cair, você tem muito medo de cair e tenta, com todos os seus esforços, voltar à superfície. Mas, apenas para se segurar nas paredes do poço são gastas todas as suas energias, não sobra nada para subir. É essa a mesma sensação de passar uma vida fugindo dos seus medos, escondendo de si mesmo seus problemas, traumas e tudo aquilo que não gosta em você.

Deixar-se cair e chegar até o fundo do poço, pode parecer ser derrotado, mas não é! Descer até o fim representa imergir, relaxar, acolher seus medos e aceitar quem se é. É libertador! Além do mais, recupera-se a energia para, aí sim, começar a subida, compreendendo-se, amando-se, livre do passado e de todo o peso das coisas escondidas.

Que possamos nos autoconhecer e autoaceitar, daí provem nossa verdadeira força e equilíbrio!


FLORAIS DE BACH – Quando a sombra é entendida e incorporada, a luz torna-se mais forte e nos sentimos mais completos. Para contribuir nesse processo, veja AQUI os Florais recomendados.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Art Noveau Tarot

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Mensagem para o dia 11 de Maio de 2016

The Hermit - Petrak TarotIX – O Eremita

O principal companheiro que terá na vida é você mesmo e para que essa relação seja tranquila e produtiva, é necessário que se conheça profundamente.

Luz, amor e muita conexão consigo mesmo!

Namastê


Conhece-te a ti mesmo!

Essa frase foi repetida por muitas vezes, por vários sábios. E por que parece ser uma tarefa tão difícil?

Você já percebeu o quanto se distrai de si mesmo? Buscamos tantas e tantas distrações: televisão, internet, música, jogos, compras… Até que em algumas dessas atividades acabamos fazendo pequenas reflexões sobre quem somos, mas nunca chegamos a fundo.

Uma das grandes dificuldades de conhecermos a nós mesmos mais profundamente é que fatalmente nos confrontaremos com o que somos e isso pode não ser muito bom. Veja só, considerando o tempo que ficamos acordados nos olhamos muito pouco no espelho e, quando o fazemos, posamos, estampando as nossas melhores expressões, buscamos o nosso melhor perfil. Por isso mesmo é que ficamos tão assustados com algumas fotos nossas! Oh, não! Estou muito mal nessa foto! Rasga, deleta, não divulga! Sou muito melhor do que isso!

Se com a aparência é assim, como será chegar mais perto do que efetivamente se é e descobrir que não é tão legal, magnânimo, altruísta, gentil, honesto, sensível, justo, amoroso quanto se pensava? Construímos nossa imagem e alimentamos nosso ego com tantas virtudes que constatar que não somos bem assim pode ser muito dolorido. E por isso, seguimos nos distraindo de quem somos, driblando a dor desse contato, a dor de uma possível desilusão.

Mas, não adianta! Quando acontece alguma coisa que nos pega desprevenidos, nós nos mostramos efetivamente como somos, como sentimos. A máscara cai! Se sofremos para não entrar em contato com o que não gostamos em nós, sofremos ainda mais quando essa parte de nós que não gostamos vem a tona! O melhor caminho para eliminar tanto sofrimento é conhecendo-se.

Essa é a mensagem do Eremita! Só podemos nos conhecer concentrando nossa atenção em nós mesmos, em silêncio, observando nosso corpo, nossas sensações. Compreendendo como somos, sem julgamentos, sem críticas, apenas percebendo e entendendo. Enquanto não nos conhecermos verdadeiramente, estaremos sempre em sofrimento. O fim do sofrimento vem quando estamos em paz com quem somos.


FLORAIS DE BACH – Para ajudar em seu processo de autoconhecimento, veja AQUI as essências florais indicadas.


Texto: Magda Kumara          //        Imagem: Petrak Tarot 

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Mensagem para o dia 10 de Maio de 2016

3 Barbara Walker Tarot3 de Ouros

Que você possa trabalhar no que ame e que tenha muita vida além do trabalho!

Muito amor, descanso e prazer para você!

Namastê.


Que lugar o trabalho ocupa em sua vida?

Você já sentiu aquela alegria de quando realiza um trabalho de que gosta? Pode até ter exigido esforço, energia, horas, mas, ao final, deixa um gosto bom, uma sensação prazerosa. Nem sempre isso acontece, mas quando acontece algo se ilumina dentro de nós, mostrando nosso caminho.

Quando nos aproximamos daquilo que realmente gostamos de fazer, podemos começar a questionar as nossas antigas escolhas profissionais. Meu trabalho está em sintonia com aquilo que sou e gosto ou ele gera frustração e stress?

Muitos de nós aprendemos que trabalho é trabalho, prazer é prazer e que eles não têm nada em comum. Dizem que todo o trabalho é duro e difícil, que trabalho é obrigação. E assim, não deixamos que nossos potenciais sejam expressos, deixamos isso para outras ocasiões, para outras áreas; deixamos nosso prazer para atividades chamadas hobbies, tornando a atividade profissional uma questão apenas de sobrevivência.

E assim surgem os notórios workaholics, para quem o trabalho é prioridade número 1 e, por isso mesmo, não possuem “tempo” para cuidar de outros aspectos da vida. As relações afetivas, familiares e sociais são permeadas pelo trabalho e postas em segundo plano. Como não “podem” parar, não entram em contato com suas necessidades emocionais, suas carências, mágoas, frustrações e conflitos internos. Como sua energia vital está direcionada para o trabalho, essas pessoas apresentam frequentemente problemas de saúde, muitos deles relacionados ao estresse e à falta de atenção aos avisos que o corpo emite.

O trabalho ocupa uma grande parte de nossa vida e precisamos considerá-lo para além do dinheiro que ele nos proporciona. Temos que considerar como nos envolvemos com ele e qual a dose de bem estar que ele nos oferece. Devemos estar atentos às atividades que despertam nosso entusiasmo, cuja realização nos traz autoafirmação e superação. Para isso, precisamos suplantar nossos medos, invalidações e/ou preconceitos que nos impedem de fazer opções profissionais que expressam nossa verdade interior.


FLORAIS DE BACH – Se para você não é fácil integrar o trabalho à vida, sem que ele se imponha e se sobreponha às relações de afeto e outras atividades, veja aqui a essência floral indicada.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Barbara Walker Tarot

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Mensagem para o dia 09 de Maio de 2016

King Lunatic TarotRei de Espadas

Não dê tanta importância ao que pensam de você. Dê importância à qualidade de seus pensamentos, dê importância àquilo que é mais verdadeiro em você, pois isso sim determina a qualidade de sua vida. 

Que sua vida seja repleta de pensamentos iluminados!

Namastê.


O coração sente o que os olhos não veem!

A expressão “o que os olhos não veem o coração não sente” no senso comum quer dizer: se você não souber de algo, não vai sofrer. O sofrimento está sempre associado ao coração. Bizarro, não?

Mas, você já deve ter tido experiências de pressentir algum fato e confirmar depois. Nas mulheres isso é ainda mais comum! O nosso tão aclamado sexto sentido (que os homens também têm) nos sinaliza várias coisas e, quando menos esperamos, pimba!, na mosca! O acontecimento é uma comprovação do sentir, mas definimos que só isso é real, a percepção não vale. Quando acontece, temos um dado de realidade, uma realidade que o coração já sentia, mas a mente negava. A partir de então, os olhos veem, não podemos mais negar.

Os olhos apenas comprovam o que o coração já sentia, mas quem precisa dessa comprovação é a mente, a mente e o ego. Com a prova vem um turbilhão de “emoções” (ou seriam pensamentos?): como puderam fazer isso comigo? não sabem com quem estão se metendo!, eu não merecia isso!, sou muito mais eu!, ele(a) não me merece! E por aí vai.

Se analisarmos nossos pensamentos-emoções veremos que existe amor próprio ferido em grande intensidade. Nossos ódios, raivas, rancores, mágoas vêm do ataque ao nosso ego, ao nosso orgulho. No dicionário Michaelis, a palavra orgulho significa: 1 Conceito muito elevado que alguém faz de si mesmo; altivez, brio. 2 Amor-próprio exagerado. 3 Empáfia, bazófia, soberba. 4 Ufania. Aquilo de que alguém pode orgulhar-se. A palavra ego significa: experiência que o indivíduo possui de si mesmo, ou concepção que faz de sua personalidade; em psicanálise, apenas a parte da pessoa em contato direto com a realidade, e cujas funções são a comprovação e a aceitação dessa realidade.

Um ataque ao nosso orgulho, ao nosso ego, representa uma tentativa de reduzir nossa importância, nosso significado. Aquela frase medonha: você sabe com quem está falando? é apenas o orgulho (neste caso, arrogância) falando mais alto. Aí, alguém vai gritar: orgulho é diferente de arrogância! Temos que ter orgulho do que somos! Bonito, mas pouco prático porque o orgulho é sempre mediado pelo outro. Amar a si mesmo não é, nem deve ser, sinônimo de orgulho. Pois, para se amar basta si próprio. Para alimentar o orgulho é necessário o aplauso dos outros, mas muitas vezes recebemos vaias. Quando vinculamos nosso amor próprio à aprovação do mundo, isso não é amor, é ego.

Para podermos ir além do ego, precisamos acessar nossa essência, sair da chamada zona de conforto – e de muito desconforto. É confortável apenas porque é conhecida, mas é imensamente desconfortável porque estamos fazendo grande esforço para mantê-la; ela não representa o que somos verdadeiramente. Gastamos tanto tempo e energia mantendo as coisas como nosso ego acredita que devem ser que, quando percebemos, envelhecemos, cansamos e não tivemos uma vida que nos fizesse realmente felizes.

Você vai esperar chegar ao fim para constatar que deixou o ego comandar sua vida, ou vai assumir quem é e o que gosta agora mesmo? Tenha certeza de que se optar pela segunda alternativa, você se amará mais, atrairá amor verdadeiro e poderá de fato ser feliz!


FLORAIS DE BACH – Se seus pensamentos são dominantes demais, ao ponto de negar as informações que chegam de outras fontes – como a intuição, veja AQUI os florais que podem te ajudar a harmonizar sua mente e permitir a expressão de sua essência.


Texto: Magda Kumara          //          Imagem: Lunatic Tarot

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